Transtornos de Aprendizagem? Conheça quais são os principais!

Transtornos de Aprendizagem? Conheça quais são os principais!

Transtornos de Aprendizagem o que são?

O Código de Doenças Internacionais (CID10) define os Transtornos de Aprendizagem como sendo transtornos nos quais os padrões normais de aquisição de habilidades são perturbados desde os estágios iniciais do desenvolvimento. Eles não são simplesmente uma consequência de uma falta de oportunidade de aprender nem são decorrentes de qualquer forma de traumatismo ou de doença cerebral adquirida. Ao contrário, pensa-se que os transtornos originam-se de anormalidades no processo cognitivo, que derivam em grande parte de algum tipo de disfunção biológica.

Os problemas de processamento tem base neurológica e podem interferir na aprendizagem de habilidades básicas, como leitura, escrita e/ou matemática. Eles também podem interferir com habilidades de nível superior, como organização, planejamento do tempo, raciocínio abstrato, memória e atenção a longo ou curto prazo. É importante perceber que as dificuldades de aprendizagem podem afetar a vida de um indivíduo além da escola e também as relações com familiares, amigos e no local de trabalho.

Transtornos de Aprendizagem

Importância da Avaliação
Uma vez que as dificuldades com a leitura, a escrita e a matemática são problemas reconhecíveis durante os anos escolares, os sinais e sintomas dos transtornos de aprendizagem são mais frequentemente diagnosticados durante esse período. No entanto, alguns indivíduos não recebem uma avaliação correta até que estejam no ensino médio ou superior, ou até mesmo adultos já no mercado de trabalho. Algumas pessoas podem nunca receber uma avaliação e passar pela vida, sem saber por que eles têm dificuldades na escola ou universidade e por que eles enfrentam problemas em seus empregos ou em relacionamentos com familiares e amigos.

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Os transtornos de aprendizagem não devem ser confundidos com dificuldades de aprendizagem que são principalmente o resultado de deficiências visuais, auditivas ou motoras, de atraso mental, de perturbação emocional ou de desvantagens ambientais, culturais ou econômicas.

Transtornos de Aprendizagem

De um modo geral, as pessoas diagnosticadas com transtornos de aprendizagem são de inteligência média ou acima da média. Muitas vezes, parece haver uma lacuna entre o potencial do indivíduo e a realização real. É por isso que os transtornos de aprendizagem são referidos, em alguns casos, como “deficiências ocultas”: a pessoa parece perfeitamente “normal” e parece ser uma pessoa muito brilhante e inteligente, mas pode ser incapaz de demonstrar o nível de habilidade esperado de alguém da mesma idade.

Os transtornos de aprendizagem não pode ser curado ou corrigido. É um desafio ao longo da vida. No entanto, com apoio e intervenção adequados, as pessoas com algum quadro relacionado a transtorno de aprendizagem podem alcançar o sucesso na escola, no trabalho, nos relacionamentos e na comunidade. O processo de psicoterapia infantil também é compreendida como um suporte de re-significação diante das dificuldades que a criança enfrenta devido ao ser diagnosticada.

Preparamos abaixo uma lista dos principais transtornos de aprendizagem:

Transtorno de processamento auditivo
Também conhecido como Transtorno de processamento auditivo central. É uma condição que afeta negativamente como o som que viaja sem impedimento através da orelha é processado ou interpretado pelo cérebro. Indivíduos com este transtorno não reconhecem diferenças sutis entre sons em palavras, mesmo quando os sons são altos e claros o suficiente para serem ouvidos. Eles também podem achar difícil dizer de onde são os sons, dar sentido à ordem dos sons ou bloquear os ruídos de fundo concorrentes.

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Discalculia
Trata-se de uma deficiência de aprendizagem específica em matemática. Afeta a capacidade de uma pessoa entender números e aprender fatos de matemática. Indivíduos com discalculia também podem ter uma má compreensão de símbolos de matemática, podem lutar com memorizar e organizar números, ter dificuldade em dizer tempo ou ter problemas com a contagem.

Transtornos de Aprendizagem Disgrafia

Disgrafia
Uma deficiência de aprendizagem específica que afeta a capacidade de escrita da pessoa e as habilidades motoras finas. Os problemas podem incluir escrita a mão ilegível, espaçamento incompatível, mal planejamento espacial no papel, má ortografia e dificuldade em compor escrita, bem como pensar e escrever ao mesmo tempo.

Transtorno de Aprendizagem Dislexia

Dislexia
Uma deficiência de aprendizagem específica que afeta as habilidades de leitura e processamento de linguagem relacionadas. A gravidade pode diferir em cada indivíduo, mas pode afetar a fluidez da leitura, a decodificação, a compreensão de leitura,a soletração, a escrita, a ortografia e, às vezes, a fala e pode existir junto com outros distúrbios relacionados. A dislexia às vezes é referida como uma incapacidade de aprendizagem baseada na linguagem.

Transtorno de Aprendizagem Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) [veja mais aqui] é uma síndrome de base genética bastante relevante. Trata-se de um transtorno de neurodesenvolvimento. Está relacionada com a regulação de um determinado conjunto de funções cerebrais e comportamentos relacionados.

É um distúrbio que inclui dificuldade em manter o foco e prestar atenção, dificuldade em controlar o comportamento e hiperatividade. Embora o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) não seja considerado uma deficiência de aprendizagem, pesquisas indicam que de 30 a 50 por cento das crianças com TDAH também têm uma deficiência de aprendizagem específica e que as duas condições podem interagir para tornar o aprendizado extremamente desafiador.

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Orientações aos pais
Se você desconfia que seu filho esteja enfrentando algum tipo de dificuldade no ambiente escolar, procure ajuda de um profissional especializado. Quanto mais cedo se fizer um diagnóstico dos transtornos de aprendizagem, mais rápido a criança poderá contar com ajuda de profissionais como fonoaudiólogos, psicólogos e psicopedagogos. Assim, muito provavelmente também se conseguirá evitar problemas decorrentes que atingem a auto-estima.

É fundamental que os pais, professores e principalmente a criança entendam a natureza do problema, para que ela desenvolva uma opinião positiva sobre si mesma.

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Obesidade, Anorexia e Bulimia

Obesidade, Anorexia e Bulimia

Obesidade – Anorexia – Bulimia

OBESIDADE

Considera-se obesidade o acumulo excessivo de tecido adiposo no organismo, ou seja, é o excesso de gordura.

Uma forma de identificar se você está com excesso de gordura é usar o IMC (criado por Adolphe Quetelet)– Índice de massa corporal – se estiver acima de 30 é considerado obeso. Calculamos assim: divide-se o peso pela altura ao quadrado. Estando acima de 30 considera-se obesidade.

Psicólogo para tratar obesidade anorexia bulimia

Exemplo: Digamos que você tem 1,65m de altura e pesa 70Kg. 1,65 x 1,65 = 2,72 70 kg/2,72=25,7.

BULIMIA

Caracterizada por compulsões periódicas e métodos compensatórios inadequados para evitar ganho de peso. A bulimia é identificada quando a pessoa provoca vomito para se livrar do alimento ingerido.

Características principais da bulimia:

1- Ingestão de uma quantidade de alimentos definitivamente maior do que a maioria das pessoas comeria em situação similar.

2- Sentimento de falta de controle sobre o comportamento alimentar.

3- Comportamento compensatório inadequado e recorrente, com o fim de prevenir o aumento de peso, como indução de vômito, uso indevido de laxantes, diuréticos, jejuns, etc.

ANOREXIA

Caracterizado pela recusa do indivíduo a manter um peso corporal na faixa normal mínima, um temor intenso de ganhar peso e uma perturbação significativa na percepção da forma ou tamanho do corpo. Anorexia é identificada quando a pessoa não come.

Tanto a pessoa que tem bulimia como a que tem anorexia demonstram medo exagerado de engordar.

Consideramos um quadro clinico de bulimia ou anorexia quando este comportamento está ligado ao controle do peso. A bulimia pode ser mais perigosa do que anorexia, pois pode provocar desequilíbrio de sódio e potássio no organismo, podendo até chegar ao ponto da parada cardíaca.

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DA ANOREXIA:

a- Recusa a manter o peso corporal em um nível igual ou acima do mínimo adequado à idade e altura.

b- Medo intenso de ganhar peso ou engordar

c- Perturbação no modo de vivenciar o peso

d- Nas mulheres, ausência de pelo menos três ciclos menstruais

Pode ser, ou não, do tipo Compulsão periódica/purgativo, onde há o comportamento de comer compulsivamente e de purgação.

Porque tanta ocorrência de distúrbios relacionados à comida?

Desde que o bebê nasce, o mundo, literalmente, entra pela boca. A comida é a primeira forma de contato com o mundo. A alimentação é o momento no qual o bebê recebe calor, toque e o cheiro da pessoa que o alimenta. É quando a gente aprende a receber e gostar de receber afeto. E assim relacionamos comida com afeto. A partir daí a comida nunca mais será apenas uma alimento. Ela passa a ser simbólica. A comida representa afeto.

Dá pra entender porque tanta gente come por carência afetiva.

É por isso que a comida não pode ser considerada causa do problemas mas sempre um sintoma. Um sintoma muito significativo que revela como a pessoa se relaciona com o mundo e com ela mesmo.

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Aspectos psicológicos da obesidade

Uma pesquisa publicada pela revista “Viver mente e cérebro” diz que 88% das pessoas que fazem cirurgia de redução de estomago engordam novamente pois não trataram a causa da obesidade, que não seria a comida mas compulsão por comida.

Todo regime pode emagrecer mas, a questão sempre será como permanecer magro. Temos que considerar os aspectos psíquicos. Considero muito interessante que haja também um trabalho psicológico.

Muitas vezes as pessoas procuram o tratamento médico porque não querem emagrecer mas querem ser “emagrecidos”, ou seja, querem que o outro o emagreça.

A psicoterapia pode oferecer a oportunidade de analisar todos os aspectos envolvidos no processo. Obesidade, anorexia e bulimia são transtornos de excessos – o excesso de comida ou o excesso de regime.

 

AUTO PERCEPÇÃO
No caso dos transtornos alimentares a pessoa imagina seu corpo distante da realidade. A anoréxica, que já está magrinha, sequinha, se olha no espelho e vê coxas grossas, barriguda.

Essa obsessão por um corpo esbelto pode ser reforçada pelo ideal de beleza que está na mídia o tempo todo.

Bulímicos e anoréxicos são magros??

O interessante é que nem sempre a pessoa que tem bulimia é muito magrinha. A anoréxica costuma ser magra, o que pode enganar um pouco a família e os amigos, consideram que se a pessoa não esta abaixo do peso, não tem importância ter vomitado um pouco.

CONCLUSÃO
Eu não vejo o obeso como guloso ou preguiçoso. Considero uma pessoa que precisa ser tratada com seriedade. O obeso pode ter sua auto-estima rebaixada por acreditar que ser magro é ser superior, e isso pode comprometer sua motivação para perder peso.

BULIMIA
Atendimento psicológico para obesidade anorexia e bulimia Psicologa em Porto Alegre Michele Silva

ESTRESSE COTIDIANO E A PRESSÃO SOCIAL PARA SEGUIR DETERMINADO PADRÃO DE BELEZA PODEM INTERFERIR NO SURGIMENTO DA BULIMIA
A crescente influencia, que acontece cada vez mais cedo, da mídia e da sociedade para determinados padrões de beleza impostos, começam a influenciar jovens adolescentes, e em certos casos até pré-adolescentes, a conquistarem a qualquer preço essa imagem de beleza “ideal do corpo perfeito”. Adolescentes se deixam influenciar fortemente , ou ate mesmo seguem exemplos de pessoas que admiram, e desenvolve por consequência esse distúrbio, sem nem ao menos perceberem , muito menos as pessoas que estão a sua volata. A busca pela imagem da beleza perfeita, acaba desenvolvendo outros aspectos na sua personalidade que levam a baixa autoestima, insegurança. Pois ser magro atua como um símbolo de beleza física, poder, auto controle e modernidade.

IDADE NA QUAL SE PODE DETECTAR O QUADRO BULIMICO

A bulimia pode ser detectada a partir dos 14 anos , sendo que a maior incidência ocorre em mulheres com idade entre 14 e 21 anos. Em casos extremos há a detecção do problema mesmo antes dos 14 anos. Em alguns casos pode começar a se desenvolver na infância , gerando muitos transtornos, inclusive por ser uma época de transformações, na qual o corpo esta em desenvolvimento.

PRINCIPAIS SINTOMAS DA BULIMIA
A Bulimia e caracterizada em sua forma típica pela compulsão a ingestão de grande quantidade de alimentos e logo após a adoção de medidas para evitar o ganho de peso, através do vomito, uso abusivo de laxantes e diuréticos, longos períodos sem alimentação.

A Bulimia apresenta alguns sinais físicos que podem auxiliar na identificação de pessoas que sofrem de bulimia nervosa, como por exemplo uma calosidade no dorso da mão, causados pela ação de levar a mão a boca para provocar o vomito, o desgaste dentário e automaticamente a presença de caries devido ao suco gástrico, face inchada e dolorida, vômitos com sangue, dores abdominais e musculares, caibras, entre outros sintomas. Além da falta de nutrientes , que poderá levar a osteoporose , irregularidades cardíacas, inflamações anais e descontrole intestinal.

Anorexia: sintomas, tratamentos e causas Psicóloga Porto Alegre

Anorexia: sintomas, tratamentos e causas Psicóloga Porto Alegre

O que é Anorexia?

A anorexia nervosa é um distúrbio alimentar que provoca uma perda de peso acima do que é considerado saudável para a idade e altura. Pessoas com anorexia nervosa podem ter um medo intenso de ganhar peso, mesmo quando estão abaixo do peso normal. Elas podem abusar de dietas ou exercícios, ou usar outros métodos para emagrecer.

Causas

A anorexia nervosa é um distúrbio de imagem, no qual o paciente não consegue aceitar seu corpo da forma como ele é, ou tem a impressão de que está acima do peso em níveis acima da realidade. Isso pode levar a um quadro de ansiedade, que faz a pessoa buscar maneiras bruscas de perder peso rapidamente.

A causa exata da anorexia ainda é desconhecida, mas acredita-se que fatores biológicos, psicológicos e ambientais estejam envolvidas nas causas possíveis para a doença.

Os genes e os hormônios podem desempenhar um papel no seu desenvolvimento. Atitudes sociais que promovem tipos de corpos muito magros também podem estar envolvidas.

Por muito se acreditou que conflitos familiares contribuíam para a anorexia e outros distúrbios alimentares. No entanto, essa ideia não é mais difundida.

Sintomas

Sintomas de Anorexia

Os principais sintomas apresentados por uma pessoa com anorexia nervosa é:

  • Sentir muito medo de engordar ou ficar acima do peso ideal, mesmo quando a pessoa está abaixo do peso normal
  • Recusar-se a manter o peso que é considerado normal ou aceitável para sua idade e altura (geralmente, pessoas com anorexia estão no mínimo 15% abaixo do peso normal)
  • Ter uma imagem corporal muito distorcida, ser muito focada no peso ou na forma corporal e se recusar a admitir a gravidade da perda de peso
  • Não menstruar por três ou mais ciclos.

As pessoas com anorexia podem limitar gravemente a quantidade de comida que ingerem e depois provocar vômitos. Outros comportamentos incluem:

  • Cortar a comida em pequenos pedaços ou movê-los no prato em vez de comê-los
  • Exercitar-se o tempo todo, mesmo quando o clima está ruim, a pessoa está machucada ou ocupada
  • Ir ao banheiro imediatamente após as refeições
  • Recusar-se a comer perto de outras pessoas
  • Usar comprimidos para urinar (diuréticos), evacuar (enemas e laxantes) ou reduzir o apetite (comprimidos para perda de peso).

Outros sintomas de anorexia nervosa podem incluir:

  • Pele manchada ou amarelada, seca e coberta por pelos finos
  • Pensamento confuso ou lento, junto com memória ou julgamento deficientes
  • Depressão
  • Boca seca
  • Extrema sensibilidade ao frio (vestir várias camadas de roupas para ficar aquecido)
  • Perda de resistência óssea
  • Desgaste dos músculos e perda de gordura corporal.

Diagnóstico e Exames

Fatores de risco

Alguns fatores de risco podem levar pessoas a desenvolveram um quadro de anorexia. Confira:

  • Mulheres têm mais chances de desenvolver a doença do que homens, apesar de o número de homens de todas as idades com anorexia ter aumentado nos últimos anos. Uma hipótese para justificar isso é que a mídia e a publicidade estejam influenciando no padrão ideal de beleza masculina cada vez com mais frequência e intensidade, mostrando que a pressão social sobre a questão da beleza e do corpo magro não faz mais tanta distinção de gênero. No entanto, as mulheres ainda são as mais afetadas com esse quadro
  • Anorexia é um distúrbio muito comum entre adolescentes, principalmente por conta da pressão social existente nessa fase da vida e todas as mudanças que ocorrem no corpo e na mente. Entretanto, pessoas de todas as idades podem desenvolver o problema, sendo considerado raro somente em indivíduos acima dos 40
  • Estudos mostram que alguns genes possam estar diretamente relacionados ao desenvolvimento da anorexia
  • Histórico familiar, ou seja, ter um parente que apresenta ou apresentou algum distúrbio alimentar pode aumentar as chances de desenvolver anorexia também
  • O ato de perder ou ganhar peso pode desencadear em reações das mais variadas, desde elogios até críticas. Elas podem, por isso, levar uma pessoa a recorrer a dietas cada vez mais extremas e ao surgimento da anorexia
  • Grandes mudanças na vida e na rotina podem acarretar no desenvolvimento de distúrbios alimentares, entre eles a anorexia. Exemplos: mudança de escola, casa ou trabalho, morte de um ente querido e términos de relacionamento
  • Pessoas ligadas ao esporte e ao mundo artístico, como atores, atrizes e modelos, são mais propensas a desenvolver anorexia também, pois trabalham com a própria imagem e sofrem julgamentos por um número maior de pessoas
  • A mídia e a sociedade são grandes responsáveis pela anorexia. A televisão e revistas de moda, bem como os estereótipos sociais de beleza, despertam nas pessoas a sensação de que só serão felizes e populares se seguirem um determinado padrão – alimentado diariamente pelos meios de comunicação e reproduzido em todos os círculos sociais.

Buscando ajuda médica

Converse com seu médico se você ou uma pessoa próxima a você estiver:

  • Muito preocupada com o peso
  • Exercitando-se em excesso
  • Limitando a ingestão de alimentos
  • Muito abaixo do peso ideal

É bom lembrar que obter ajuda médica o quanto antes pode reduzir a gravidade de anorexia e de outros distúrbios alimentares.

Caso um familiar ou alguém próximo a você esteja com sintomas de anorexia, converse com essa pessoa. Muitas vezes o paciente não tem consciência de que está passando por dificuldades e precisará de muito apoio para superar. No entanto, é importante não forçar uma decisão ou atitude sem que a pessoa se sinta confortável.

Na consulta médica

O time de especialistas que cuida de uma pessoa com anorexia inclui nutricionistas, psicólogos e outros especialistas em distúrbios alimentares. Na consulta, é importante estar acompanhado de algum parente, amigo ou pessoa de confiança. Aproveite para tirar todas as suas dúvidas e pedir a devida orientação para o médico. Descreva seus sintomas e, principalmente, a forma como você enxerga seu peso e sua imagem refletida no espelho.

O médico também poderá fazer algumas perguntas, confira exemplos:

  • Há quanto você está preocupado com seu peso?
  • Você pratica exercícios físicos? Com que frequência?
  • Quais meios você utiliza para perder peso?
  • Quais são seus sintomas físicos?
  • Com que frequência você pensa em comer?
  • Você come em segredo?
  • Você tem algum parente com histórico de distúrbio alimentar?

Diagnóstico de Anorexia

O médico, primeiramente, realizará um exame físico no paciente, em que ele avaliará a altura e o peso, checará os sinais vitais e procurará por sinais de desnutrição na pele e nas unhas. Em seguida, ele poderá pedir alguns exames de laboratório para verificar o funcionamento do fígado, dos rins e da tireoide, além de exames para acompanhamento psicológico do paciente.

Outras causas de perda de peso ou atrofia muscular devem ser descartadas com exames médicos. Exemplos de outras condições que possam causar esses sintomas incluem:

  • Doença de Addison
  • Doença celíaca
  • Doença inflamatória intestinal

Devem ser feitos exames para ajudar a encontrar a causa da perda de peso ou observar qual dano a perda de peso ocasionou. Vários desses testes serão repetidos ao longo do tempo para monitorar o paciente.

  • Albumina
  • Densitometria óssea, para verificar se há osteoporose
  • Hemograma completo
  • Eletrocardiograma (ECG)
  • Eletrólitos
  • Testes de funcionamento dos rins
  • Testes da função hepática
  • Proteína total
  • Testes de funcionamento da tireoide
  • Exame de urina

Tratamento e Cuidados

Tratamento de Anorexia

O maior desafio no tratamento da anorexia é fazer a pessoa reconhecer que tem uma doença. A maioria das pessoas com anorexia nega que tem um distúrbio alimentar. Em geral, as pessoas somente começam um tratamento quando a doença já atingiu seu estado grave.

Geralmente, uma pessoa com anorexia precisa de vários tipos de tratamento. Os objetivos do tratamento para a anorexia são recuperar o peso corporal e os hábitos alimentares normais. Um ganho de peso de 0,5 a 1,4 kg por semana é considerado um objetivo seguro pelos médicos.

Vários programas diferentes foram desenvolvidos para tratar da anorexia. Às vezes, a pessoa pode ganhar peso:

  • Aumentando as atividades sociais
  • Reduzindo a atividade física
  • Usando programas para alimentação
  • Vários pacientes começam com uma permanência curta no hospital para acompanhamento com um programa de tratamento diário.

A permanência prolongada no hospital, no entanto, pode ser necessária se:

  • A pessoa tiver perdido muito peso (estar abaixo de 70% do peso corporal ideal para sua idade e altura). Em caso de subnutrição grave que coloca a vida em risco, a pessoa pode precisar ser alimentada por sonda venal ou por um tubo de alimentação no estômago
  • A perda de peso continuar, mesmo com o tratamento
  • Surgirem complicações médicas, como problemas cardíacos, confusão ou desenvolvimento de níveis baixos de potássio
  • A pessoa tiver depressão grave ou pensar em cometer suicídio

Em geral, o tratamento para a anorexia é bastante difícil e exige trabalho árduo dos pacientes e suas famílias. Muitas terapias podem ser tentadas até o paciente superar o distúrbio. É preciso muita paciência e persistência, pois os pacientes podem desistir dos programas se tiverem esperanças não realistas de serem “curados” somente com terapia.

Diferentes tipos de psicoterapias são usadas para tratar de pessoas com anorexia, mas tanto a terapia comportamental cognitiva individual, a terapia de grupo e a terapia familiar são bem-sucedidas neste sentido.

O objetivo da terapia é mudar os pensamentos ou o comportamento de um paciente para encorajá-lo a comer de maneira mais saudável. Esse tipo de terapia é mais útil para o tratamento de pacientes mais jovens, que não tiveram anorexia por muito tempo. Se o paciente for jovem, a terapia pode envolver toda a família.

Grupos de apoio também podem fazer parte do tratamento da anorexia. Neles, pacientes e familiares se encontram e compartilham suas experiências pelo que passam.

Medicamentos, como antidepressivos, antipsicóticos e estabilizadores de humor podem ajudar alguns pacientes, desde que usados sob a devida orientação médica.

Medicamentos para Anorexia

Os medicamentos mais usados para o tratamento de anorexia são:

  • Cobavital

Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.

Convivendo (prognóstico)

Convivendo/ Prognóstico

Algumas medidas podem facilitar o tratamento e deixá-lo mais confortável para o paciente. Siga algumas dicas e tenha um prognóstico tranquilo e bem-sucedido:

  • Atenha-se ao plano de tratamento e siga à risca as orientações médicas. Não falte às sessões de terapia e não desrespeite a dieta montada pelo nutricionista
  • Se necessário, converse com seu médico sobre o uso de suplementos vitamínicos. Eles podem ajudar no ganho de peso
  • Não se isole das outras pessoas e participe de atividades sociais
  • Acostume-se com sua imagem no espelho e entenda que a beleza não está um corpo magérrimo e pouco saudável.

Complicações possíveis

As complicações da anorexia podem ser graves. Uma permanência no hospital pode ser necessária.

As complicações da anorexia podem incluir:

  • Inchaço
  • Enfraquecimento dos ossos
  • Desequilíbrio eletrolítico (como níveis baixos de potássio)
  • Arritmia cardíaca
  • Redução de glóbulos brancos, que leva ao aumento do risco de infecção
  • Desidratação grave
  • Desnutrição grave
  • Convulsões devido à perda de líquidos como resultado de diarreia repetitiva ou vômitos excessivos
  • Problemas na glândula tireoide, que podem levar à intolerância ao frio e à constipação
  • Cáries
  • Em homens, queda nos níveis de testosterona
  • Em mulheres, mudanças no período menstrual
  • Depressão
  • Problemas de personalidade e ansiedade
  • Transtorno obsessivo compulsivo (TOC)
  • Uso de drogas

Em casos graves, a anorexia pode levar à morte.

Anorexia tem cura?

A anorexia nervosa é uma doença grave que pode ser fatal. Em algumas estimativas, ela leva à morte em 10% dos casos. Programas de tratamento experimentados podem ajudar as pessoas com a doença a voltar para o peso normal, mas é comum a doença retornar.

Mulheres que desenvolvem a anorexia em idade precoce têm melhor chance de recuperação completa. No entanto, a maioria das pessoas com anorexia continuará preferindo um peso corporal mais baixo e estará muito focada em alimentos e calorias.

O controle do peso pode ser difícil. Talvez seja necessário o tratamento a longo prazo para manter um peso saudável.

Prevenção

Prevenção

Em alguns casos, a prevenção da anorexia pode não ser possível. Encorajar atitudes saudáveis e realistas em relação ao peso e à dieta podem ajudar. Algumas vezes, a psicoterapia também pode ser útil.

  • Cultive sempre a ideia de um corpo saudável com seu filho ou filha, independentemente da silhueta ou do peso
  • Converse com o pediatra de seu filho ou filha. Eles podem notar desde cedo algumas indicações de distúrbios alimentares e as melhores maneiras de evitar que eles se desenvolvam
  • Converse com um médico também se souber de algum parente da família que já teve ou tem algum tipo de distúrbio alimentar. A pessoa pode ajudar a aprender desde cedo a lidar com a questão e a impedir que o problema evolua também.
 

Endereço

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Cansaço mental : como cuidar

Cansaço mental : como cuidar

Cansaço mental – Com rotinas estressantes, corridas, cheias de compromissos e pressões, nossas mentes estão ficando esgotadas. Afinal, é comum nos lembrarmos de descansar os nossos corpos, mas quase sempre esquecemos que a nossa cabeça também precisa de descanso. Por conta desse cansaço, estão cada vez mais frequentes os problemas de Ansiedade, Burnout, Pânico e Depressão, doenças que precisam do tratamento de um psicólogo.

A ansiedade, o pânico e a depressão já são mais conhecidos. Agora, não tão falado, mas muito recorrente, é a Síndrome de Burnout. Essa doença psicológica, como o próprio nome em inglês já diz, é caracterizada por uma “queima”, um esgotamento, Cansaço mental total, causado por estresse, cobranças e trabalho demasiado. É comum que o Burnout atinja os profissionais da área de educação, bombeiros, policiais, advogados e jornalistas, profissões muito estressantes.

Para evitar tanto o Burnout como as outras doenças psicológicas citadas, precisamos, agora mesmo, dar um descanso para as nossas mentes. Você já parou para pensar quantas horas da sua semana você dedica para a saúde do seu cérebro? Se você não souber responder essa pergunta, confira algumas mudanças de hábitos que podem fazer toda a diferença para evitar o Cansaço mental .

5 maneiras de descansar a mente e diminuir o Cansaço mental

1 – PRATICAR ATIVIDADE FÍSICA

Quando praticamos um esporte, nosso cérebro produz hormônios que causam bem-estar e relaxamento. Além disso, durante esses momentos, conseguimos nos desligar do mundo exterior, das preocupações e dedicar esse tempo para nós mesmos.

2 – DESCONECTAR

Com os avanços da tecnologia, nos tornamos escravos dos nossos smartphones, tablets e notebooks. Com isso, além de estar sempre pronto e conectado ao trabalho, o nosso cérebro acaba sendo muito estimulado – até mesmo em atividades de lazer que envolvam esses gadgets. Estipule um horário no seu dia para desligar todos esses aparelhos e desconectar-se do mundo virtual.

3 – MEDITAÇÃO

A prática da meditação é milenar e muito proveitosa para o descanso da mente. Para aprender a meditar, é interessante começar com a prática do Yoga e depois ir avançando na técnica com a ajuda de um professor.

4 – TERAPIA

Para descansar a mente, é preciso se liberar das preocupações. Uma ótima maneira de fazer isso é fazer terapia com o Psicologo Porto Alegre. Nessa conversa, é possível desabafar, falar sobre seus sentimentos e receber a ajuda necessária para lidar melhor com as situações.

5 – LAZER

É muito importante que você tenha um momento específico dedicado para o lazer. Isso pode envolver a atividade que você quiser: um passeio, leitura, cinema… O importante é ter o compromisso de dedicar esse tempo a sua saúde mental e relaxar da maneira que você mais gosta.

E você, está enfrentando dificuldade para motivar alguém que está precisando de ajuda emocional a procurar uma psicóloga? Compartilhe sua mensagem nos comentários ou entre em contato comigo (51) 998529087!

Meu companheiro está precisando de ajuda emocional, o que eu posso fazer?

Meu companheiro está precisando de ajuda emocional, o que eu posso fazer?

É difícil ver alguém com quem você se preocupa passando por algum problema em sua saúde mental. É ainda pior quando você sabe que a pessoa está precisando de ajuda emocional, mas ela não tem a motivação para procurar um profissional ou mesmo tem a ciência de que tem um problema.

Aproximar-se do seu companheiro, seja um namorado, namorada, marido ou esposa, e incentivá-lo a procurar terapia pode ser uma tarefa complicada. Se feito da maneira errada, você pode agravar a situação. No entanto, existem maneiras eficazes de ter essa conversa.

Neste artigo, você vai encontrar alguns passos que você pode dar para contar ao seu familiar sobre os benefícios de procurar um psicólogo.

Qual a importância da psicologia?

A psicologia é muito importante porque lida com o estudo dos processos e comportamentos da mente, aplicado nas vidas das pessoas. A maneira como os indivíduos se comportam, reagem ou se apresentam diante de diversas situações diárias estão todos associados à psicologia.

Com um psicólogo, as pessoas são capazes de aprender sobre elas mesmas. Para isso é preciso conhecer as causas dos seus próprios comportamentos e perspectivas de vida. Conhecendo-os e tendo consciência sobre sua própria personalidade, é possível desenvolver metas para superar traumas, crenças e transtornos.

Além disso, promovendo o autoconhecimento, o indivíduo se torna capaz de aprender sobre outras pessoas e suas diferenças. Obter compreensão de si mesmo e dos outros pode ajudar a melhorar o modo como os relacionamentos funcionam.

Como encorajar alguém que está precisando de ajuda emocional a procurar a terapia?

Muitas pessoas que precisam de aconselhamento com um psicólogo demoram a procurar ativamente tratamento. Geralmente, a pessoa está deprimida demais para sair da cama, muito menos ir até uma clínica. Outro medo é o de confiar em alguém o suficiente para discutir problemas emocionais.

Talvez a pessoa está enfrentando ansiedade no trabalho, mas está ocupada demais trabalhando para fazer terapia, ou ela gostaria de ir até um terapeuta, mas seu plano de saúde não vai pagar a conta.

O problema é que essas “barreiras” não podem ser consideradas legítimas. Para aqueles que não desejam sair de casa ou tem medo de “enfrentar” um psicólogo, existe a terapia online. E para os que têm problemas financeiros, ele sempre encontrará o terapeuta com um valor que caberá em seu bolso.

Se uma pessoa tivesse uma lesão física ou doença grave, muito provavelmente, ela faria um esforço para cuidar disso. O mesmo esforço não acontece quando a pessoa tem um problema psicológico.

Por isso, a ajuda de amigos e da família é fundamental para motivar a pessoa a cuidar do seu emocional. Veja como fazer isso!

Demonstre apoio

A terapia com psicólogos ainda é cheia de estigmas na sociedade. Muitos desistem de procurar tratamento por medo de serem julgados como “loucos”. Portanto, o apoio de entes queridos é fundamental para motivá-lo a procurar o seu bem-estar mental.

Para isso, tome cuidado para não usar linguagem não estigmatizante ao conversar com ele sobre saúde mental. Fale da importância desse profissional da psicologia e como a vida da pessoa pode melhorar ao procurar tratamento. Além disso, assegure que você dará total apoio durante o processo terapêutico.

Tenha sensibilidade

Conversar com alguém sobre saúde mental requer empatia. Nunca inicie esta conversa delicada na frente de outras pessoas, pois isso pode causar desconforto. Permita que a pessoa se esforce para decidir se quer que os outros saibam. Dessa forma, eles se sentem respeitados e controlam seu próprio tratamento.

Além disso, evite falar com alguém quando estiver de mau humor, cansado, com prazos apertados no trabalho ou se estiver fazendo algo importante. Eles podem dispensar você ou desconsiderar o peso da conversa. Aproxime-se da pessoa quando ela estiver de bom humor, relaxada e sem distrações. Tente o máximo possível para manter a conversa privada, amigável e descontraída.

Esteja preparado para a resistência

Nem todas as pessoas que ouvem sobre terapia estarão dispostas a experimentá-la. Por isso, você precisa estar preparado para argumentar a importância de procurar um psicólogo.

Por exemplo, você pode demonstrar como sua relação com ele é importante e como ela poderia ser beneficiada ao buscar psicoterapia. No entanto, evite dar um ultimato, pois, isso pode causar sofrimento emocional.

Também é possível nomear de forma sincera as qualidades admiráveis da pessoa. Quando você aponta as qualidades positivas de alguém, elas serão motivadas a tomar as medidas necessárias para melhorar ainda mais.

Além, disso, a maioria das pessoas que se recusam a ir à terapia pode alegar que não tem problema. Ao apontar problemas específicos, sem sair do julgamento, você pode ajudá-los a ver a necessidade de procurar ajuda profissional.

Ofereça ajuda

Você pode tentar incentivar alguém a fazer terapia, mas, a menos que esteja disposto a oferecer apoio significativo, isso não vai encorajá-lo. Algumas pessoas não sabem por onde começar quando procuram ajuda. Guie-os para encontrar um psicólogo adequado na área, dependendo de suas preferências.

Caso tenha medo de ir sozinho, ofereça-se para ir com ele até que esteja confortável. Você pode se sentar na sala de espera durante as primeiras sessões. Certifique-se de garantir que você não fará perguntas indiscretas sobre o aconselhamento, a menos que ele queira compartilhar.

Dessa forma, buscar a terapia é um dos melhores passos que uma pessoa que está precisando de ajuda emocional pode tomar. No entanto, é um esforço que requer muita força e coragem. Por isso, primeiro, garanta-lhes seu amor e apoio contínuos durante todo o processo.

 

E você, está enfrentando dificuldade para motivar alguém que está precisando de ajuda emocional a procurar uma psicóloga?  Compartilhe sua mensagem nos comentários ou entre em contato comigo (51) 998529087!

Diabetes Infantil – Como posso explicar a Diabetes para o meu filho

Diabetes Infantil - Como posso explicar a Diabetes para o meu filho

Recebendo o Diagnóstico de diabetes infantil:

Para os pais, receber o diagnóstico da diabetes infantil pode ser bastante complexo, muitas vezes não estamos preparados para lidar com isso e a situação acaba ficando ainda mais pesada.

O diagnóstico de diabetes infantil traz consigo uma série de novas regras que obrigam a família a rever seu cotidiano e rotina, se adaptando à novos horários e novos hábitos, especialmente no que tange à alimentação e administração da medicação ( se for o caso).  Por mais difícil que seja, acredite, o diagnóstico precoce é a melhor forma de controlar a doença.

Se você já passou pela fase inicial de diagnóstico, vamos para a próxima fase: Entender e Aprender a lidar com a nova realidade.

O que muda quando meu filho é portador de Diabetes Infantil?

Isso varia de acordo com o tipo de Diabetes Infantil diagnosticada. De forma geral, seguem abaixo algumas mudanças importantes:

  • Controle da Alimentação
  • Controle com os Horários e fracionamento da Alimentação
  • Monitoramento da Glicemia
  • Prática de Esportes (Sempre mediante controle da Glicemia)
  • Administração da Insulina (Se houver indicação médica)

Como explicar a Diabetes Infantil para o meu filho?

Não aumente o problema. A maneira como os pais dimensionam a doença e os cuidados para seus filhos faz toda a diferença na maneira como estes podem receber e assimilar a informação.

Apoio Familiar. Nunca é fácil explicar para uma criança que ela não pode mais comer doces ou determinados alimentos que a maioria das crianças pode comer à vontade, por isso o apoio da família é extremamente importante para ajudar a criança a se fortalecer e começar a compreender as mudanças. O ideal é que os pais transmitam a necessidade do cuidado e também das restrições, mas que isso não seja entendido pela criança como um fator limitante.

Parceria e Compreensão. É importante correlacionar o controle da alimentação às consequências positivas que este traz para a saúde, tanto quanto é necessário escovar os dentes, dormir e tantas outras atividades que realizamos diariamente. Crie uma parceria com seu filho, de modo que ele sinta-se amparado em sua dificuldade…

Tenha paciência. Mesmo que saibamos a importância de escovar os dentes, tem dias em que podemos estar com mais preguiça ou sem tanta disposição para fazer o que precisa ser feito, não é mesmo? Se pra gente que é adulto, funciona assim, imagine todas essas regras na cabecinha de uma criança. Com a diabetes infantil acontece exatamente assim… Apesar de saber a importância do controle alimentar vão haver dias difíceis e que a vontade do seu pequeno será muito grande. Esses dias acontecerão e faz parte do processo, explique isso a ele e disponha-se a ajudá-lo a passar por estes momentos, que surgirão inevitavelmente.

Em geral as crianças não conseguem mensurar a proporção do que esse diagnóstico significa, mas podem se sentir “diferentes” ou injustiçadas, ajude-a a entender de maneira mais positiva e superar isso.

Orientações aos Pais na Diabetes Infantil

  • Explique todas das regras e a importância de segui-las
  • Mostre que você também segue regras, mesmo quando não gosta. Seja Exemplo!
  • Acolha a dor de seu filho, mas não incentive um padrão de vitimização, a Diabetes é uma doença crônica e ele precisará conviver com ela.
  • Incentive o enfrentamento da doença, lidar com limitações não é fácil, mas aborde isso através de uma perspectiva mais otimista e menos derrotista.
  • Dê colo durante as eventuais crises. É dolorido ir a uma festa de aniversário e não poder comer livremente como todos os amigos, vão haver dias cansativos e seu filho precisará de seu apoio.
  • Ajude – o a não se sentir injustiçado, punido ou diferente das outras crianças.

Psicólogo para Orientação na Diabetes Infantil

Num primeiro momento, cabe aos pais dar este suporte na aceitação do diagnóstico e também no estabelecimento e cumprimento das regras no controle da diabetes infantil.

Se for necessário, procure apoio psicológico especializado. É natural que os pais se sintam um pouco perdidos, sobrecarregados ou sem saber até onde devem ir com tantas regras e restrições, tudo isso pode gerar culpa e até mesmo abrir espaço para algumas compensações que, apesar de aliviarem a culpa momentaneamente, podem ser perigosas para as crianças.

O Psicólogo infantil já tem manejo para lidar com estas situações na Diabetes Infantil e irá te ajudar a encontrar a melhor forma para orientar e conduzir o processo de controle junto ao seu pequeno grande amor.

Relacionamento Abusivo – Por que as pessoas insistem neles

Relacionamento Abusivo – Por que as pessoas insistem neles

Em um relacionamento abusivo, o abuso físico é fácil de ser reconhecido, mas o abuso emocional pode ser bastante sutil, muitas vezes passando despercebido pelos familiares,amigos e até pelas próprias vítimas.

Em relacionamento abusivo os ciúmes, as chantagens e as promessas de mudança são os principais sinais de que algo não vai bem na relação.

Quando alguém está num relacionamento abusivo, a primeira pergunta que muitos fazem é “por que a pessoa não termina tudo e segue em frente com sua vida?”. Para alguém que nunca passou por essa situação, até pode parecer lógico fazer esse tipo de questionamento.

No entanto, terminar um relacionamento abusivo não é tão fácil quanto as pessoas pensam. É uma ação difícil por vários motivos.

Nesse artigo, você vai conhecer o que é um relacionamento abusivo, quais são os seus sinais e as razões que podem fazer com que uma pessoa continue em uma situação tóxica com seu parceiro.

O que é um relacionamento abusivo

Em muitos relacionamentos o abuso emocional é utilizado para conquistar poder e controle sobre o parceiro. Esse abuso pode ocorrer de várias formas, como insultar, criticar, ameaçar, ignorar, ridicularizar, envergonhar, intimidar, xingar, obstruir, mentir, depreciar.

abuso emocional é caracterizado por uma série de padrões de comportamentos em um relacionamento. Pode-se considerar um desequilíbrio de poder, onde um dos lados exerce um controle, muitas vezes psicológico, mas que pode ser até físico sobre o outro.

Mesmo assim, o abuso emocional não está relacionado a uma agressão física. Em alguns casos, curiosamente, este tipo de abuso nem sempre é fácil de se reconhecer, pois pode partir de ações inconscientes, sem más intenções, embora muitas vezes seja.

No início da relação, o agressor pode até parecer ser atencioso e gentil. Entretanto, esse bom comportamento é parte do “processo de preparação” do agressor. Ao fazer isso, eles conquistam a confiança de suas vítimas, o que as torna vulneráveis a abusos posteriores. Muitas vezes, a privação de afeto, sexo ou dinheiro são usados como forma de punição ao abusado.

As cicatrizes de um relacionamento abusivo podem não ser visíveis, mas o efeito que ele tem na vítima pode ser traumático. Aqueles que foram abusados emocionalmente podem mais tarde ter problemas de ansiedade, depressão, dores crônica e até abuso de substâncias.

Os sinais de um abuso emocional

O relacionamento abusivo se resume ao fato do agressor querer manter uma vantagem no relacionamento. Na maioria das vezes, ele declara uma realidade para a vítima, negando ou distorcendo o modo como as coisas são, a fim de sustentar as suas opiniões. Nesse processo, a insegurança do parceiro abusado aumenta e ele começa a concordar com as distorções do agressor, tornando-o ainda mais vulnerável.

O parceiro pode dizer coisas ofensivas sobre o abusado disfarçadas de “piadas”. Então, quando ele reclama, o agressor alega que estava apenas brincando e que a pessoa é sensível demais. Ele, ainda, recusa a reconhecer os pontos fortes e diminui as conquistas da vítima.

Às vezes, o agressor enviar várias mensagens por dia para saber onde a pessoa está pode parecer um sinal de preocupação genuína. Mas, na verdade, é uma forma de controle total da pessoa, limitando onde ela vai ou com quem passa o tempo.

Abusado é obrigado a pisar em ovos para evitar decepcionar o seu agressor

A pessoa se vê pedindo desculpas mesmo sabendo que não fez nada de errado. Quando o comportamento abusivo se internaliza, a pessoa duvida de si próprio, perdendo a autonomia sobre sua própria vida e aumentando a dependência emocional.

Segundo estudo realizado pela Universidade Federal do Ceará, 27% de mulheres no nordeste já foram vítimas de relacionamento abusivo. Em muitos casos, o abuso vai além do emocional e envolve violência física e sexual.

A dependência emocional funciona de forma similar a outras dependências, como álcool, drogas, comida, etc. e por isso deve ser tratada com a mesma importância.

Os emocionalmente dependentes geralmente são movidos pelo medo, por isso, assumem comportamentos submissos, não são confiantes,  têm dificuldades em decidir e em se expressar. Essa dependência emocional é manifestada não apenas no âmbito do relacionamento amoroso, mas também em todos os aspectos da vida (profissional, econômico, social, sexual, etc.).

O mais comum é que esse tipo de dependência surja a partir da infância. Quando a criança, por qualquer que seja o motivo, tenha uma defasagem de atenção e carinho, ela cresce com um sentimento de que está faltando alguma coisa e, na maioria dos casos, busca preencher com outros aspectos, como relacionamentos, sexo, drogas, comida, etc.

Temos que entender que, como qualquer outra dependência, a recuperação é um assunto complicado e muitas vezes por isso, é difícil, para quem está sofrendo, sair desta condição.

Os motivos pelos quais as pessoas não saem de relacionamentos abusivos

A principal razão das pessoas permanecerem numa relação tóxica é que o abuso emocional destrói a autoestima de alguém, tornando-a dependente de seu parceiro e com dúvidas de que é possível começar um novo relacionamento.

Além disso, as vítimas descartam ou minimizam o abuso emocional porque não acham que é tão ruim quanto o abuso físico. É difícil para os que estão em um relacionamento abusivo deixarem seus parceiros depois de tanto tempo se sentindo inúteis e como se não houvesse melhor opção para eles mesmos.

Também é muito comum que o agressor se desculpe ou prometa que nunca mais vai repetir uma situação abusiva. Isso faz com que o parceiro minimize o comportamento abusivo original e acredite que tudo será diferente daqui para frente.

Para piorar, a sociedade perpetua uma mentalidade de que uma pessoa não deve desistir de um relacionamento. É sempre repetido que é preciso saber perdoar, esquecer e seguir em frente. A cultura pop também tenta colocar um sentimento de culpa ou derrota em quem termina uma relação e que todos precisam estar em um relacionamento perfeito.

Há uma pressão social para que os relacionamentos durem para sempre

Com isso, as pessoas em um relacionamento abusivo sentem vergonha de admitir que seu parceiro é abusivo por medo de ser julgado, culpado, marginalizado, com pena ou desprezado. Esse sentimento é potencializado quando existe um casamento, filhos e finanças compartilhadas.

Existe ainda a possibilidade que a vítima nem saiba que ela está sendo abusada. Depois de um conflito, um agressor sempre vai tentar mudar a perspectiva da situação e fazer com que seu parceiro se sinta culpado de alguma forma. No fim, o abusado acreditará que ele é a fonte de problemas no relacionamento.

Finalmente, muitas pessoas persistem no relacionamento abusivo unicamente porque amam seu parceiro e acham que as coisas vão mudar. Eles também podem acreditar que o comportamento de seu parceiro é devido a momentos difíceis ou se sentem como se pudessem mudar de parceiro se fossem eles mesmos parceiros melhores.

Entretanto, é importante ter em mente que se existe um esforço ou se a pessoa precisa mudar para agradar o outro, pode estar em um relacionamento abusivo.

Procurar ajuda de familiares, amigos ou com um profissional é a coisa mais importante para conseguir sair de uma relação tóxica.

Se você acredita que está num relacionamento abusivo é hora de mudar essa situação. Tenha ajuda de um psicólogo para você se sentir mais seguro e confiante. Entre em contato com nosso consultório de psicologia!

Agorafobia? O que é e quais são seus principais sintomas

Agorafobia? O que é e quais são seus principais sintomas

A agorafobia pode ser definida como medo de estar em situações onde a fuga pode ser difícil ou que a ajuda não estaria disponível se as coisas dessem errado. É um medo vago o suficiente para ser aplicado a qualquer coisa, em qualquer lugar ou situação.

As situações ou lugares mais comuns que podem gerar medo e ansiedade para uma pessoa que sofre do transtorno incluem uma fila no banco, filas em supermercados, sala de aula, transporte público ou até mesmo aviões (o que pode ser um problema ainda maior).

Muitas pessoas se deparam pela primeira vez com a agorafobia após um ataque de pânico. Em outros casos menos comuns, apenas se sentem desconfortáveis em determinados ambientes e ocasiões e podem até nunca chegar a ter um ataque de pânico. A agorafobia interfere no dia-a-dia e, se for muito grave, pode até fazer com que a pessoa fique fechada em casa.

Para começar, é importante identificarmos os sintomas de um ataque de pânico, pois muitas vezes quem sofre desse mal não é capaz de entender que está tendo uma crise. Por isso, preste atenção e ajude a pessoa a retomar a consciência e pensar de forma lógica. Confira os principais sintomas que identificam um ataque de pânico:

  • Dor no tórax.
  • Constante sensação de engasgo.
  • Tontura.
  • Perda de equilíbrio postural.
  • Náuseas.
  • Falta de ar.
  • Desmaios.
  • Medo inexplicável de morrer.
  • Medo de perder a sanidade.
  • Formigamentos, E entre outros.

Os ataques de pânico rapidamente se transformam em transtorno de ansiedade generalizada. Essa doença consegue determinar aonde a pessoa vai, afetando diretamente sua independência.

Por isso, se você se preocupa com ataques de pânico, quer saber o que é agorafobia ou está preocupado com alguém que possa estar sofrendo desse transtorno, continue a leitura!

O que é a agorafobia?

A agorafobia é um transtorno de ansiedade envolvendo medos irreais em situações da vida em que uma pessoa se sente presa ou incapaz de ter ajuda.

Tais situações incluem espaços abertos (pontes, mercados, estacionamentos, rodovias), espaços fechados (cinemas, lojas, salas de aula), multidões, filas ou transporte público. Ou seja, qualquer lugar onde a fuga seria difícil.

Este é um distúrbio baseado no medo e que pode ser incapacitante. Muitas vezes, o indivíduo teme a possibilidade de um ataque de pânico ou de se ver numa situação embaraçosa ou assustadora.

Por isso, a pessoa evita ativamente a situação que poderia provocar esse medo ou ansiedade. A mais simples das tarefas torna-se impossível.

Esse quadro pode se tornar tão grave que os pacientes podem ficar em casa por muitos anos, incapazes de trabalhar ou ir à escola. Dessa forma, a pessoa fica totalmente dependente de familiares e amigos para viver. Embora esse comportamento pareça diminuir a ansiedade em curto prazo, em longo prazo eles podem piorar a agorafobia.

Quando surge?

Existem muitas maneiras de a agorafobia se manifestar depois que a pessoa sofre repetidas crises de ansiedade ou síndromes do pânico. No caso da agorafobia, a pessoa adquire um medo incontrolável de que suas crises se manifestem em situações concretas e corriqueiras.

Este medo irracional é motivado principalmente por ideias instaladas de forma involuntária de que ataques constantes possam se repetir gradativamente e de que será muito difícil conseguir controlá-los ou pedir ajuda.

Tudo isso leva a pessoa que está sofrendo desse mal a evitar qualquer tipo de situação social, onde um ataque já possa eventualmente ter acontecido e até mesmo situações apenas imaginadas, onde a fobia nunca se manifestou antes.

Muito cuidado: muitas vezes, esses medos e limitações podem se transformar em sentimentos depressivos, pois a pessoa deixa de perceber estímulos positivos no ambiente e fica cada vez mais com a sensação de incapacidade ou com a autoestima baixa, aumentando o desespero e a necessidade de ajuda.

As causas da agorafobia

Não há uma causa definida para o surgimento da agorafobia. Se você tem um histórico familiar de agorafobia, teve um ataque de pânico ou presenciou um evento traumático no passado, a probabilidade de desenvolver o transtorno aumenta.

Outras condições podem estar presentes na agorafobia, incluindo abuso de substâncias, depressão ou transtornos de ansiedade e de humor. Geralmente, o distúrbio começa antes dos 35 anos, mas ele pode se desenvolver em qualquer idade.

Apesar de existirem medicamentos para tratar a síndrome do pânico em alguns pacientes como antidepressivos e ansiolíticos, é essencial procurar um especialista para tratar os sintomas e até diagnosticar o transtorno e o tratamento adequado para cada tipo de problema.

Tratamento mais comum

O tratamento mais comum para agorafobia é a terapia cognitiva comportamental, cujo objetivo é aprender sobre os sintomas do pânico e entender por que eles ocorrem. Com isso, os pensamentos que aumentam a ansiedade são identificados e recebem um novo significado.

Muitas vezes, a terapia se baseia na superação dos medos excessivos e incontroláveis. O objetivo principal, no geral, inclui outros micro-objetivos e metas mais específicas que o paciente cumprirá durante o tratamento.

Normalmente, mudar o comportamento é muitas vezes a parte mais difícil e também a mais importante do tratamento, pois quando o paciente conhece e se enxerga na condição de portador do transtorno, a terapia passa a ter mais efeito. Suas principais diretrizes são:

  • Não evitar totalmente as situações que despertem ataques de pânico e síndromes de ansiedade.
  • Reconhecer que seus medos não têm justificativa
  • Controlar a respiração de forma lenta e constante para que haja relaxamento.

Essas técnicas são muito importantes para ajudar no tratamento da agorafobia. Seguindo os passos da terapia cognitiva comportamental, o paciente enfrentará as situações que geram ansiedade com mais tranquilidade.

Porém, é essencial frisar que as técnicas comportamentais necessitam de tempo e constância, pois somente isso fará a diferença no final das contas.

Os benefícios da terapia online

Pensando em um cenário macro e como já falamos anteriormente, a terapia cognitiva é o tratamento mais comum para a agorafobia. Todavia, tudo depende de cada caso e de cada paciente.

Existem diversos tratamentos, incluindo o que engloba o uso de medicamentos psiquiátricos. Temos até alguns casos específicos ou que demandam mais tempo de duração onde pode ser necessária a combinação de psicoterapia com alguns medicamentos.

Como vimos, a agorafobia causa uma ansiedade extrema quando o indivíduo está fora de casa. Por isso, participar de sessões de terapia com um psicólogo está fora de cogitação, e isso impedirá que o paciente receba ajuda necessária.

Psicólogo Online

Diante dessa dificuldade, existe o psicólogo online, através de aplicativos de videoconferência (como Skype). Essa opção pode ajudar o paciente a se sentir seguro e em um ambiente confortável durante a terapia, em sua própria casa, sem precisar interagir com a equipe do consultório ou com outras pessoas na sala de espera.

Os mesmos benefícios terapêuticos de um atendimento presencial podem ser obtidos num tratamento online. Com o tempo, o paciente de agorafobia constrói a autoconfiança para entrar no consultório ou até participar de sessões de terapia em grupo.

E você, tem medo de espaços públicos ao ponto de ser impedido de trabalhar, fazer compras, viajar ou realizar atividades diárias? Conhece alguém que esteja sofrendo com esse transtorno? Entre em contato comigo psicóloga Alvorada ou em Psicóloga Porto Alegre e conheça como a terapia online pode ajudar a superar a agorafobia!